sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quente no frio

Devo lhe pedir perdão?
Incitar o que já foi, não existe mais?
Será que se, foi construído algo, não desabou depois da tempestade?

Passamos nas vidas das pessoas como ventos
As vezes, como furacões, que arrastam, inesquecíveis.
Como redemoinhos, rodopiando por aí, procurando, e só encontrando nós mesmos no final.

Não creio que seja, isso, dos tolos
Nem dos desavisados
Até os precavidos sofrem
Pode ser, é claro, até dos que correm atrás dessa aventura, que não se sujeitam aos modos e modisses

A platonice explica, a ciência argumenta
A mente aceita, e tenta cuidar (acho que na maioria das vezes, ela sofre)
O corpo sente
E a sua vida também.

É que, chegou o amor junto da cama, nesse tempo de frio
Ele te abraçará
Te deixará quente
Te manterá até assim até o afluir, seguro e infinitamente inacabado e perfeito

Em abraços
E beijos

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