É na solidão do Sol que me encontro
E nas noites fico a namorar a Lua
E talvez amante da chuva
Na tentativa de compreender a beleza das flores
Olho por muito tempo, de perto, uma flor ao vento
Até perder de vista o que não é mais pétala
E assim murchar feito vida
E perceber a fragilidade do tempo
Para mim, este quê de natural conforta
Tem algo de complacência, carinho e amabilidade
Mas nenhuma palavra difícil importa
Se tenho a certeza de pura felicidade
Do Jardim da casa, uma janela para o mundo
Sinto que posso tocar o céu
E dançar com pássaros ao fundo
Ou simplesmente roubar as estrelas
Feitas do mais puro mel
Que cobrem meus olhos feito véu
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Tentativa
Escrevi teus olhos
Na tentativa de escrever a tua poesia
Achando ser fácil encontrar
Aquelas palavras certas
Aqueles sentimentos
Se fechar no teu abraço
Me esconder nos seus lábios
Se chorara na sua sombra
Sem rima, nem métrica
Mas tá errado eu perder a minha leitura, me perdendo em você
Tá errado eu colocar alguma música ao fundo mas ascender em minha mente
a sua voz
Tá errado se eu me perco no trajeto, porque queria te encontrar
Tá errado eu perder a palavra do poema, só por não saber o que te dizer
E tá errado eu não saber o que te dizer, se não quero te perder
Na tentativa de escrever a tua poesia
Achando ser fácil encontrar
Aquelas palavras certas
Aqueles sentimentos
Se fechar no teu abraço
Me esconder nos seus lábios
Se chorara na sua sombra
Sem rima, nem métrica
Mas tá errado eu perder a minha leitura, me perdendo em você
Tá errado eu colocar alguma música ao fundo mas ascender em minha mente
a sua voz
Tá errado se eu me perco no trajeto, porque queria te encontrar
Tá errado eu perder a palavra do poema, só por não saber o que te dizer
E tá errado eu não saber o que te dizer, se não quero te perder
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