contemplando aquilo que ele nos conta; tudo que pode revelar.
a taciturnidade cortante que nasce quando estamos a sós com nossa fantasia.
um silêncio que abrace a voz dos deuses
que te faz chorar na quentura da noite escura.
na mudez que dorme no peito
ou no dessas pessoas na sala de jantar
- ocupadas em nascer e morrer -
quero reservar um silêncio baderneiro
- com megafone, poesia e tudo.
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as vezes, eu não sei das afinidades.
observo as ruas e penso que elas estão pensando.
talvez a caloria de seus rostos não namore o mormaço de suas mentes.
quero chorar, mas meu pranto não tem voz contra o silêncio.
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