Ela berrou, cantou
Esperneou e riu alto
Dançava, e assim, fugia de si
Se armava para com os meninos
Contou uma piada no silencio que consumia o final do assunto
Sorria, contagiando as flores
Mas no silencia de sua escuridão
Ela desejava morrer
Virando de lado sentia
Um buraco a se abrir.
A solidão deitou-se.
Se espera que viva a sorrir
Mas não se entende que possa viver em si
e sentir a ausência de tudo, assim.
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