em minha varanda, estava uma luz muito forte
tão pura e serena que lembrava a morte.
não passava calor e nem frio.
era apenas uma luz que alimentava os rios.
estava alí me dizendo palavras
por vezes, tão doloridas
por ora, agonizantes.
e era ela apenas a Lua
assim, totalmente nua
dizendo: vem, Matheus, sou sua.
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